
Tem tanta coisa que me tira do sério. Mas eu continuo aguentando tudo isso. Todos os dias eu penso em matar a minha mãe, mas eu continuo aguentando ela. Eu continuo querendo jogar o celular na parede quando ele toca às 6:30 pra mim levantar, mas eu continuo levantando. Continuo vendo meu pai mergulhar dentro de garrafas de whisky, enquanto eu conto moedas pra tomar uma cerveja.
Eu continuo aguentado a estupidez humana, pessoas mesquinhas que não olham para própria face antes de falar do outros. Continuo aguentando o imaginário e querendo o tangível. Eu continuo lutanto contra os números. Continuo flagelando tudo aqui dentro com a mesma canção.
Eu continuo sem responder as perguntas por medo da resposta. Continuo sorrindo pra quem me apunhala nas costas, e enquanto vê o sangue escorrer entre meus cabelos, vira de costas e sai andando, impedindo de fazer o meu último movimento, que era dar um tiro na porra da sua testa.
Eu continuo aguentado a estupidez humana, pessoas mesquinhas que não olham para própria face antes de falar do outros. Continuo aguentando o imaginário e querendo o tangível. Eu continuo lutanto contra os números. Continuo flagelando tudo aqui dentro com a mesma canção.
Eu continuo sem responder as perguntas por medo da resposta. Continuo sorrindo pra quem me apunhala nas costas, e enquanto vê o sangue escorrer entre meus cabelos, vira de costas e sai andando, impedindo de fazer o meu último movimento, que era dar um tiro na porra da sua testa.